Publicado por: charuiamazi | Abril 25, 2010

DownTown (ダウンタウン) – 1° post!

Opa, opa opa! cheguei… finalmente neh?! Bom, sou Richard e sou o ultimo nin! hahaha. Bom não pude comparecer mais cedo pois está um pouco corrida a minha vida. Mas vamos lá! chega de enrolação! xD

DownTown – Grupo de owarai (humoristas) japones. É composto pelo Hamada Masatoshi (Tsukkomi) e Matsumoto Himoshi (Boke). Bom antes de falar especificamente desses dois, irei explicar algumas coisas.

Humor Japonês – há vários tipos de humor. Desde No Sense (o meu preferido! xD) até os de Shiboneta (Piadas Sujas). Há um padrão de humor no Japão, o qual é formado por uma dupla, sendo um Tsukkomi, a pessoa que cria oportunidade do parceiro fazer o seu trabalho e interfere rapidamente na piada ampliando o efeito,  e  o outro Boke, a pessoa que cria a piada. Há exceções, tal como a dupla Waraimeshi, o qual tem uma característica forte de soltar uma piada depois da outra proporcionando uma onda de risada.

E… finalmente falarei de DOWNTOWN! hahaha… Bom, vamos lá.

DownTown é uma dupla formada pelo Hamada e Matsumoto, como anteriormente citado. Eles vieram de uma família pobre no interior do Japão. Cresceram juntos e assim que terminaram a koukou (ensino médio) decidiram entrar nesse difícil ramo de Comediante. Iniciaram a carreira por volta de 1983 e durante esses 28 anos de carreira trilharam um belo caminho. Começaram com participações em programas de humor que dava uma oportunidade para os novatos se apresentarem para o mundo. Após isso tiveram programas compostos, tal como o Gottsu ee kanji, que tinha como main a dupla. E após um tempo, programas próprios, tal como “Hey! Hey! Hey!” e “Hey! Hey! Hey! DX” o qual é um programa de talkshow, onde vão cantores, atores, escritores, etc. Gaki no Tsukai, um programa que busca… … …”fazer coisas engraçadas”? hahaha não dá para saber qual o intuito do programa, mas recomendo para todos que gostam de humor a assistir! Ao menos a série de fim do ano do programa, um especial onde os integrantes não podem rir. Assistam para saber mais! hehehe Outro programa deles é o Lincoln. O qual reune humoristas de vários estilos para fazer algo parecido com o “Gaki“, só que no caso deste eles fazem algo mais elaborado. Mais okane (dinheiro) investido acho, por exemplo, eles confeccionaram o maior lipucuriimu (lipstick, manteiga de cacau) do mundo! … acho que precisa de um pouco de dinheiro neh?! aehueahuea

Bom… a todos os amantes de humor! e não amantes, por enquanto! xD Assistam algum vídeo desta dupla. Não irão se arrepender!

Aí vai uma sugestão:

Abraços e espero encontrar-los o mais cedo possível!!! xD

Publicado por: WilliamIF | Abril 11, 2010

Dennō Coil (2007)

Antes de tudo, ficção-científica é ficção. Ontem alguém me lembrou disso, em função de uma crítica que eu fazia ao avaliar a falta de credibilidade de um suposto desenvolvimento tecnológico das coisas num filme. Eu dizia quão parcialmente teria ocorrido o mesmo para nos encontrarmos naquela condição em meio àquele conjunto de aparatos.

Mas alguém me trouxe ao mundo real e disse: a narrativa acontece sempre a partir de um universo pressuposto. Qual era então a validade de eu comparar com uma projeção do futuro mais fiel ao real? É ficção, afinal. Do ponto de vista do contador de estória, isso não tem validade. Fui injusto, certo… mas, do ponto de vista do contador de história tem, hehe, e o filme era bem ruim, e vou apresentar hoje uma obra de ficção a vocês.

Dennō Coil  (2007)

Sinopse: em 2026, quando se é lugar-comum usar óculos que são interfaces computadorizadas conectadas à rede, o mundo ganha um novo desdobramento virtual. Yuko Okonogi (nascida em 2015) é aluna nova numa escola em Daikoku, onde, com seus amigos, descobre que no mundo digital nem tudo está seguro para se navegar.

Vamos ver se eu lembro bem dessa série com a Micro-Review. Faz um bom tempo que eu a vi:

Zzzz: A série não é longa. 26 capítulos de 20 minutos é padrão médio de animes. Então porque pesquei? Muitas coisinhas acontecem sim, mas coisa relevante ao enredo, demora. O ritmo da série vez ou outra breca. Ele se faz jus: calmaria de momentos de conforto, silêncio nas horas tristes… Parece e é uma qualidade, mas ao longo da série a impressão que fica é de algo que demorou para vir e foi lento. Se devo acrescentar mais, digo que a série é escolar. Tudo está dentro das possibilidades conservadoras, enquanto que, com pouco mais de ousadia e projeção, um universo muito mais extravagante teria existido… O bicho virtual ser um cachorro, e anti-vírus com I.A. uma criatura quase icônica, pura e simplesmente, não dá.

Se a teoria cibernética é boa, o ciclo de corrida então…: A série da Madhouse para NHK Educativa não aguçava muita expectativa. Mas, nossa, como é bem feita! Particularmente acho que animes pecam por personagens ruins, mas nesse, o design, se não foge, também não é estereótipo do estilo, e cada um “atua” conforme o seu papel. Eles são bons atores, e atletas! Pois eles andam e correm e pulam com propriedade. Dá vontade de esquecer que falo dessa série em razão do seu fator de ficção científica! Já que lembrei, preciso dizer que eu quero aqueles óculos! Enfim, a hipótese dessa interface é, no mínimo atraente, tal como muitos de outros artigos apresentados na série junto às suas respectivas possibilidades fomentadas.

Como bons nerds, vamos falar de coisas da tecnologia. Coisas que me veio da série, que não a torna melhor, mas que  é divertido pensar… Três coisas só, juro:

1. Na pele (d) a máquina.

Acho que é senso-comum ela estar se tornando cada vez mais próximo de nós. Interface analógica, captação de nossas intenções (cognição verbal, motora, sintomas, estados emocionais, etc), e assim vai. Estou falando de uma faceta restrita da tecnologia de consumo em relação ao homem. Se pensarmos em informática, temos: desktop –> notebook –> palmtop –>wearable… Viu? Estamos mais próximos a cada dia. Na série chegamos a óculos, mas não no nível prótese/ implante à la Ghost in the Shell. Repare que nesse outro nível somos praticamente andróides… Oi? Se estou sugerindo que esse tipo de tecnologia caminha em direção a nos tornar andróides? Parece que sim, né? Próteses e implantes mecânicos já existem, os neuro-sensíveis e motores devem existir também… Então, por um lado a robótica se dirige a criação de ciborgs, por outro estamos indo em direção a andróides… Ciborgues VS. Andróides… hmmm… … …

2. Realidade é a percepção do real.

Mais uma coisa: a realidade aumentada está sendo representada de forma razoável na série… A realidade aumentada é, para não me prolongar, composta das possibilidades virtuais que contribuem para ampliação de nossa percepção do mundo. Não, não é só bichinho 3D. Ele está lá sendo projetado virtualmente sobre o nosso mundo, ao vivo, mas isso não é tudo. Na série temos “corpos virtuais” projetados à visão do usuário, tal como informes da cidade, artigos de entretenimento em geral, outros utensílios e utilitários como teclado, diário, serve de camada de visão potencializada (lente, filtro, guia, sensor, etc.)… Útil e divertido, não? Então, por isso que eu quero um desses óculos (já uso um, mas nesse não vem joguinho)… Repare que tudo rola em torno da visão. Feliz ou infelizmente ela é a nossa sensibilidade e definidor da realidade dominante.

3. E se dado fosse matérico?

A série experimenta ainda um caminho inverso. Software tátil. Aqui meu conhecimento pifou, mas achei curioso. O ponto de encontro entre software e hardware, normalmente tratados como dualidade (encontre paralelos: mente-corpo, conteúdo-forma, célula, etc.). Não me refiro a representação virtual de alguma entidade, mas aos Metatags, que na série são como folhetos materiais compostos de um conjunto de… “minério de dados” (?). Quando a lança – executa –,  ela se aciona e funciona. Ex.: barra, paralisa, repele, assume papel de arma branca/ vermelha (interferindo virtualmente como objeto) conforme “manufaturado” – programado –, etc. É potencialmente paralelo a simulação (e não simulacro) por assumir forma conforme suas leis internas, porém está a um passo adiante, e não sei dizer por certo o que isso significa.  Quem dera eu pudesse avançar nessa perspectiva, mas não sendo perito nem nada parecido, não posso ir além nessa discussão.

E foi-se para os ares a velha convicção minha de um post curto… Um dia, ainda um dia vou conseguir.

Fechando, Dennō Coil é uma boa série de ficção-científica. Eu já aprendi a lição e agora sei que não é um mérito absoluto a ficção da ficção-científica ser crível do ponto de vista científica, mas ela é uma série  com bastante pé no chão, e que trata de um componente em especial: os óculos de realidade aumentada. Se as especulações teóricas feitas por mim acima virão também a vocês, eu não sei dizer por certo, mas seria bom. Apresento essa obra não só por ser do Japão, mas porque é genuinamente uma agradável obra de ficção científica. Se você é fã de high-tech, sci-fi, ou de anime (ou de boa animação mesmo), recomendo.

(Dennō Coil, 電脳コイル, Dir. Mitsuo Isso, Madhouse Studios, 2007)

はじめまして。

「クレヨンしんちゃん 嵐を呼ぶ アッパレ! 戦国大合戦」の翻訳を手伝ったもう一人です。私も書きたい事は自由に書くつもりなので、訂正はご自由に。

あと、「ます」「です」文章もあまり使わないのであしからず、、、

さて、翻訳で気になってた言葉がいくつかあるからアイディアのある方、ぜひぜひ一緒に考えてみてね。

うん、うん、そうですか、、、そんなに手伝いたいなら、早速問題を提供しましょう!

まずは、(一つ以上あんのかよ? なんて聞かないでよ、、、言葉のアヤってことにしておくからサ。) 「きんちょう」から。

又兵衛としんちゃんが武士の約束を果たすための大事な誓いの言葉がこの「きんちょう」。「緊張」? それとも「謹聴」?

この場合、しんちゃんの行動と又兵衛の誓いの説明を聞くからに、「緊張」って予想はつくものだけど、、、

「緊張」するからしんちゃんは「気を張り詰めること」(新修広辞典参照) になった訳だしネ。

で、どう翻訳するの? ? ?

「まあ、そっくりそのまま、、、」

「翻訳しないで上に説明文をおいて、、、」って、ダメだよね、それ。それじゃあポルトガル語に翻訳した時のオチはどうすんの?

何ていう問題も出てきた訳で、、、翻訳も「適当」とか「そのまま」なんかじゃ割り切れないものがあるということ理解してもらえると幸いです。。。

よし! 次回はもっと楽しい内容にしよう。うん。。。頑張るネ。。。

Cá estou de volta. E agora vou falar brevemente do filme Crayon Shinchan: Arashi wo Yobu Appare! Sengoku Daigassen. Tão brevemente que vocês nem vão perceber eu falar.

Mas como faço isso? … … … Algo como um micro-review  pode ser bom. Que seja, descruze os braços, relaxe os ombros e não faça essa cara. É tudo descompromissado.

Retomando, este filme é um spin-off anual da série animada de comédia Crayon Shin-chan, e está sendo aqui tratado em seguimento ao post anterior que relatava nossa experiência em fazer a legenda desse filme.

Sinopse: um dia Shin-chan encontra uma caixa enterrada no quintal de sua casa, o que acaba levanto-o à era medieval japonesa. Ele acidentalmente se intromete numa guerra e está preste a mudar o rumo da história! … … … Bom, vamos lá:

Assista calado: O filme tem um grande defeito: não é muito engraçado. Pois era para ser. Exceto em alguns poucos momentos de graça certeira, o tom do filme é quase neutro. O tipo de humor “regional” pode contribuir para isso. O estilo e o tempo de piada são coisas do Japão… … … Eu sei, eu sei, é algo que deveria tratar no blog, mas, misericórdia, já escrevi bastante por hoje. A tática da intromissão verbal repentina, tsukkomi, como primordial forma de extrair riso, pode não convencer ninguém desacostumado com ele. Mas, como já foi dito, não é essa a barreira que torna o filme menos engraçado. É o próprio tom assumido pelo diretor. Foi uma escolha, é compreensível, mas esperava outra coisa para Shin-chan.

É um bom filme, adultos: Do resto, não tenho muito que reclamar: tanto o conteúdo formal (enredo, diálogos, tema, etc.) quanto o estético (visual, som, narrativa, etc.) são bons. O ritmo do filme me parece um pouco desequilibrado, mas afinal é um filme anual. Todo ano muitos pais têm de levar seus filhos ao cinema para ver Shin-chan (a série mais evitada pelo PTA, sempre), e esse foi feito para você, Srs. pais-japa! É um filme infantil para adultos. O diretor Hara deixou de trabalhar no Shin-chan depois desse filme, mas antes, no Império-Adulto Contra-Ataca (2001), fez coisa similar. Nesse, as crianças consomem a graça superficial do filme, pois, a não ser que saiba o que foi Expo 70’, o conteúdo nostálgico fica para os pais.

Shin-chan e Samurai-do-céu-azul.

Princesa Ren.

É isso. E, não, não vou atribuir nota. Falei mal sim, mas fiz até legenda. Não basta? Para quem não conhece a série, não tem paciência para acompanhar, e mesmo assim, quer uma fatia saudável de Shin-chan, recomendo esses filmes. Só não pode depois de assistir ao filme dizer que sabe tudo do Shin-chan, pois há uma distância entre a série e o filme: a série é cotidiana, mundana e as piadas são pouco mais escatológicas, já o filme é extra-ordinário, com piadas mais leves. Mas o tipo de humor é o mesmo.

Para finalizar, deixo dito que não, não distribuímos o filme. Ah, e  quem tiver interesse pelos trabalhos do Dir. Keiichi Hara para Shin-chan, e entender japonês (é treino, pessoas!), tem, por exemplo, uma matéria e um programa a respeito. Dê uma olhada.

(Crayon Shinchan: Arashi wo Yobu Appare! Sengoku Daigassen -クレヨンしんちゃん 嵐を呼ぶ アッパレ! 戦国大合戦-, Dir. Keiichi Hara 2002, 95 mim)

Bom, agora sim, o “primeiro” post pra valer.

Para essa ocasião, trago para todos uma legenda feita com ajuda da Priscila do filme Crayon Shinchan: Arashi wo Yobu Appare! Sengoku Daigassen (クレヨンしんちゃん 嵐を呼ぶ アッパレ! 戦国大合戦, 2002), filme o qual tratarei hoje, com foco no quesito tradução.

Baixe Aqui!

O filme, dirigido por Keiichi Hara (Coo, 2007), é um spin-off da série televisiva, que por sua vez tem por base os quadrinhos de título homônimo.

O porquê da escolha desse filme? Ora, IMDB não consta e dificulta registro no seu banco de dados; até onde sei, não houve lançamento no Ocidente, exceto na Espanha; o autor, Yoshito Usui, faleceu ano passado (vamos trazer a memória dele de volta!); e, basicamente, este é um dos melhores filmes do Shin-chan. Ou seja, teimei com o filme. É bom e ninguém conhece.

Acima, storyboard do Império-Adulto; abaixo, do Sengoku, medieval japonês.

… … …Certo, certo. De 1993 para cá, com a velocidade de produção de um filme por ano, muitos filmes-meleca do Shin-chan conheceu a luz do dia. Mas assisti a todos eles e consigo defender uma (meia-) meia-dúzia de seus filmes. O filme desde tópico, o medieval histórico (2002) e o do Império-Adulto (2001) são bons filmes; o do parque HenderLand (1996) e o da viagem no tempo (1995) são divertidos. Com esforço, o do faroeste(2004) e o do churrasco (2003), são razoáveis. Mas o resto é… o resto. Não alimento expectativa para o filme desse ano.

Dito isso, vamos ao que interessa: a tradução.

Não sou lingüista nem especialista para me comprometer com as eventuais inverdades que eu vier a escrever. Então, antes que eu escreva bobagem, tentarei ser sucinto (“-Sei”).

Bela escolha a nossa: um filme cômico e histórico, do japonês para português, e sem experiência prévia. Confesso que nunca achei que isso fosse me custar tanto tempo. Pensei que o triplo do tempo do filme bastaria para legendar. Muito amador. Os processos todos de legenda inclui a sincronização, que, por definição, leva uma unidade de tempo de duração do filme para terminar… Nunca serei um fansubber.

Mas não estou aqui para falar da do processo, mas sim da (olha que bonito) reflexão experienciada no decorrer do trabalho… … … Ou melhor, de umas questões genéricas de tradução que freava a toda hora o andamento do troço.

Traduzir é fácil. A questão é adaptar. Vou TENTAR explicar sem ser específico:

Há métodos e tipos de adaptação. Quem adapta deve recorrer ao seu conhecimento das linguagens específicas, de cada uma das envolvidas. É afinal uma experiência cognitiva conduzida à outra (não achei outra palavra, desculpe). Nem tudo que há numa língua há em outra. Pois tratam-se de entidades diferentes e, deste modo, um pode carecer de elementos específicos para transpor ao outro. Com isto quero dizer que uma tentativa de transcrição literal está condenada ao insucesso sem interpretação e expressão adaptada; se não foi considerada a transposição equivalente dos termos.

As propriedades são específicas de cada meio, cada linguagem possui um léxico de códigos disponíveis para expressão, as escolhas e os modos mais apropriados para seus usos estão sujeitos às decisões do seu executor, conforme seu tipo de proposta, que pode variar de transcritiva à de livre interpretação.

Fiz uma colocação aberta meio teórica.

No nosso caso, preferimos permanecer no meio-termo. Tomamos certas liberdades, mas tentamos dizer o que achamos que o filme dizia.

… … … O que quero dizer com isso é que, esse trabalho exige do conhecimento das duas línguas e da ponte que se faz entre elas. E que imaginei que eu pudesse fazer isso com muito mais facilidade… Vou listar, agora sem teorias, uns poucos desses elementos que causaram a dor de cabeça:

1. a língua japonesa é a língua dos modismos .

Existem sim palavrões agressivos, existem sim palavras cordiais, mas em geral as posturas verbais são assumidas por maneiras de se dizer, que acontece, não só na entonação ou nas escolhas de palavras e sinônimos, claro, mas nos sufixos frasais.

O que acontece é que, para gramática japonesa, é relevante a relação estabelecida entre o emissor e receptor da palavra. Estabelece-se um ponto de vista e parte-se daí… Não, não é irrelevante, uma vez que a frase precisa ser terminada. É aí que escolhas têm de ser tomadas. O como (terminar de) vai falar aquilo… Não está claro? Por ex.: a distância entre “eu vi” e “eu pude ver” é umas sílabas do sufixo.

E o que isso tem a ver com legenda? Questão de esforço de medição da intensidade da expressão. O homem não falou “leve”, mas sim “leve, por favor”; não falou “menino”, mas sim “moleque!”, etc. Ufa.

2. construção da fala vs. piada .

Não vou retomar nada de análise sintática nem coisa parecida. O que importa saber aqui é que umas frases em japonês, tais como as compostas, costumam se comportar numa estrutura inversa à portuguesa.

“-Ora, inverte e pronto, ué, não sofre.”

Eu sei, criança, mas essa frase só fazia sentido, ou tinha graça, porque falava tal coisa no final. Ou ainda, o personagem suprimiu tal coisa, que, em português, precisa vir no início da frase. E se me rendo a improvisar numa piada, ela nunca existiu para quem lê a legenda.

E, assim, a construção toda se embaralha e, num filme de comédia como esse, a falta de clareza é comprometedora. Fizemos o que foi possível dentro do alcance e do prazo que nós mesmo estabelecemos gastar.

… Não bastasse isso, esse filme tem uma mistura de tipos de diálogos típicos de época, classe, idade, etc…

Enfim, acho que escrevi demais. Nem falei nada do filme ainda… Droga… O próximo post será mais curto, prometo.

Publicado por: WilliamIF | Março 31, 2010

Olá, Mundo

Primeiro a chegar!

E cá estou. Na verdade, cá estamos. Abrimos, nós três, os irmãos iamaziferro, um blog. Eebaa.

Quem aqui vos escreve é o William (“-Olá.”), e este é o post introdutório no chamado ninninnin, o blog. Não me encurrale com perguntas sobre o nome, pois logo mais vamos (tentar) explicar sua razão de ser. Se houver uma, claro.

Por hoje, espero postar uma espécie de manual de instruções, guia para os desavisados, ou ainda, algo como encarte de jogos (para bons entendedores). Só que resumido.

Os outros protagonistas devem se apresentar todos em sua hora. Então apenas volto a dizer que eles são três, dos quais um sou eu, William.

Bom, os princípios de ninninnin são:

1°: Falar sobre coisas do Japão.

2°: … … … só.

Basicamente, é só levantar um objeto ou assunto oriundo da terra-do-sol-nascente e decorrer sobre o mesmo. Não penso em nada complexo nem muito comprometedor a ser tratado já de início. A minha expectativa é que abordemos geralmente coisas do ramo de entretenimento, mas não pretendo impedir quaisquer inputs relevantes para o blog. Pode desenhos, seriados, filmes, músicas, livros, costumes, jogos, etc. ad infinitum. De preferência de coisa manifesta, mas quem se garantir, pode ir além da imaginação.

Este único princípio do blog será provavelmente também um dos poucos pontos em comum entre nós três, senão o único. A forma e o conteúdo são bastante pessoais. Não vou moldar.

Um bom tutorial clama por um exemplo. Então, por ex., o nível de aprofundamento do texto: pode e vai variar de um a outro integrante, oscilando conforme o humor do dia e tudo mais. Ser crítico cabeção, fanboy/ girl, ou um hater convicto é resultado das circusntâncias somadas a escolhas pessoais…

Pareceu desorganizado? Pois me pareceu divertido. Seguindo esse raciocínio, como cada um vai abordar qual coisa não é problema meu. Só espero conseguir alguma unidade estética para a página, através da diagramação, por exemplo, sei lá. Para garantir um mínimo de vínculo entre as partes … Mas isso é problema nosso.

Ah, e quanto a freqüência de atualizações, imagino um ritmo bem lento. Uma ou duas postagens de cada integrante por mês… Não posso fazer nada. Tenho uma única vida restante.

E, finalmente, antes de eu dar o Start, deixo expresso minha postura:

Meu foco é nos desenhos-animados e jogos, mas já estou ansioso para falar umas verdades sobre um livro de entrevistas que li. Acho que sou impulsivo, mas sei reconhecer erros e acertos. Qualquer opinião que possa ter plantado em vocês, caros leitores, se sentirem necessidade, fiquem à vontade para comentar. Me demorei hoje, mas serei breve de hoje em diante.

Não se esqueça de salvar sempre. É isso aí.

William

Publicado por: WilliamIF | Março 27, 2010

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